Foco na Usina de Asfalto

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Ninguém aguenta mais a buraqueira nas ruas de Guaíba. Nas principais ruas e avenidas se percebe muitos buracos e desníveis, mas quando se entra nos bairros a cobra fuma. A situação é dramática e isso persiste há muitos anos.

Na campanha eleitoral, Marcelo Maranata prometeu implantar uma usina de asfalto na Cidade e terminar com este caos na malha viária. Foi eleito e comprou a usina prometida. Desfilou com ela pela Cidade quase um ano antes do equipamento entrar em operação, o que ainda não aconteceu. Foi anunciada para abril, depois maio, início de junho.

Com o período de chuvas, os buracos se multiplicam como praga. E o povo reclama, xinga, cobra solução do prefeito. Fabricantes de amortecedores e suspensão de veículos comemoram.

Tendo em vista que a usina de asfalto foi anunciada como solução para o drama da buraqueira, o povo só pensa nela, a salvadora.

Sou cobrado para me manifestar sobre a máquina prometida. Alguns criticam a demora para entrar em operação, outros não acreditam que seja uma solução, considerando que poucos municípios têm a sua usina própria, o que esfria o otimismo.

Sobre a demora e o desfile antecipado, eu já me manifestei, mas não posso criticar a sua eficácia antes de conferir se funciona ou não. Tenho que esperar.

O foco da população está na tal usina municipal de asfalto. Se funcionar, o Prefeito Maranata se consagra como o grande cacique da Aldeia, o mestre das vias impecáveis. Entretanto, se fracassar, a crítica vai pegar, o caminho será pedregoso.

 

Luz Vermelha na Aldeia

Além da buraqueira nas ruas, a população de Guaíba tem reclamado muito dos serviços prestados pela CEEE Equatorial (falhas no atendimento e consertos demorados); a demora no atendimento na agência da Caixa Econômica Federal; a esculhambação no entorno de algumas casas noturnas na Avenida Castelo Branco durante as madrugadas nos finais de semana; e os pegas de carros destruindo equipamentos públicos.

Nestes casos citados, já acendeu a luz vermelha. Com a palavra, as autoridades competentes.

 

Educação Ambiental

O vereador Alex Medeiros está questionando o Executivo, por meio de requerimento, sobre a implementação de emenda à Lei Orgânica que dispõe sobre a inclusão no currículo das escolas de Guaíba o ensino de Educação Ambiental e Ecológica, além dos projetos de Hortas Comunitárias e o serviço de Coleta Seletiva.

Temos batido nesta tecla aqui na Gazeta. Aguardamos uma resposta da Prefeitura sobre esta pauta. Está na hora de sair do papel.

 

Inversão de Valores

Parlamentares do PT ingressaram com processo na Justiça para responsabilizar o ex-juiz Sérgio Moro pelas perdas da Petrobras durante a Operação Lava-Jato, que escancarou o maior sistema de corrupção do mundo.

Cerca de R$ 5 bilhões já foram devolvidos à Petrobras e um bilhão está prestes e ser devolvido, dos R$ 18 bilhões apontados pelo TCU como desviados (roubados) da Estatal.

Agora, não bastasse o STF ter anulado todos os processos do ex-presidente Lula por questões formais (ele não foi inocentado), alguns petistas querem culpar o ex-juiz pelos prejuízos da empresa, causados justamente na gestão do partido.

Se Sérgio Moro é o responsável pelos prejuízos na Petrobras, por que os réus confessos estão devolvendo o dinheiro do roubo?

Pelo que temos assistido, há quem queira transformar em crime o combate à corrupção no Brasil. É de cair os butiás dos bolsos!

 

Revelações da Covid-19

Desde que a Covid-19 surgiu, em março de 2020, e tornou-se uma pandemia (disseminação de uma doença que alcança o mundo todo), muitas coisas foram reveladas e mudaram. Entre as mais significativas, o sistema de trabalho, que em grande parte passou a ser feito de casa; o baque na economia, com desemprego e empresas fechando as portas, inclusive muitas delas tradicionais, devido às regras de distanciamento.

No contexto do comportamento, afloraram sentimentos latentes para o bem (compaixão) e para o mal (ganância). A questão da vacinação revelou personalidades. O egoísmo saltou entre aqueles que não se vacinaram por desconfiança dos efeitos colaterais e esperaram que os outros corressem o risco. Já a empatia se manifestou entre os que se vacinaram mesmo desconfiados dos efeitos colaterais, visando proteger o próximo.

Por fim, no combo de destaque das revelações da pandemia de Covid-19, a banda podre da política se apresentou da forma mais abjeta possível, usando o medo e a dor num vampirismo eleitoreiro.

 

Eu e a Covid-19

Quando a doença desconhecida invadiu as nossas vidas de forma dramática e cruel, eu passei a buscar informações com especialistas. Logo percebi que, por ser uma peste estranha, tudo era suposição e chute. O pior dos mundos.

Por ser um vírus, passei a me cuidar seguindo a cartilha, com equilíbrio, observando o que as autoridades da área da Saúde recomendavam.

Em janeiro desde ano, na praia, me contaminei com o novo coronavírus. Fiquei um dia e meio combalido, com febre e garganta arranhando; e passou como um temporal de verão. Permaneci recolhido os dias recomendados para não transmitir o maldito.

No momento, já vacinado, sigo me cuidando. Acompanho a oscilação do contágio em Guaíba pelo gráfico exclusivo que a Gazeta Centro-Sul publica todas as semanas na página 2 da versão impressa do Jornal. Acompanho, também, na mesma página, os números da Região.

Sobre como vejo este contexto da pandemia, resumo na nota acima – Revelações da Covid-19.

 

Leandro André

leandro.andre.gazeta@gmail.com

Publicado em 27/5/22

 

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